A economia amazônica foi durante muito tempo voltada ao extrativismo vegetal (borracha natural, catanha-do-pará, guaraná, ervas, medicinais e aromáticas). A pecuária também era praticada em regiões cobertas por campos naturais na ilha de Marajó e em partes do Amapá.
Durante o regime militar, especialmente no governo Médici, ocorreu a dinamização da Sudam (órgão estatal responsável pelo planejamento na região), e a Amazônia integrou-se ao capitalismo nacional e internacional. Ansiosos por romper o isolamento do imenso território amazônico, os militares iniciaram a construção de grandes rodovias, como Transamazônica e a Cuiabá-Santarém, e do porto de Santarém (localizado no rio Amazonas), com o objetivo de integrara região ao resto do Brasil e ao mundo, facilitando o escoamento dos produtos destinados à exportação.

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