domingo, 29 de maio de 2011

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Cultivo de Café



Cultivo de Cana-de-açúcar.


             Cultivo de Pimenta do Reino


                                                                               Cultivo de Pimenta do Reino

sexta-feira, 27 de maio de 2011

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Oi Galera.

Bom, este blog foi criado afins de um trabalho de Geografia, da qual apresentaremos a vocês algumas informações, histórias e até mesmo culturas da região Norte do Brasil. Aqui você ecnontrará História da região Norte, Agricultura, economia, e também curiosidades.

Esperamos que gostem :D
Obrigada!

Videos

Neste vídeo você encontra diversas informações e gráficos sobre agricultura e pecuário da região Norte do Brasil.

Curiosidades do Norte


Você sabia que...

    •  • ...se a região Norte com seus 3.869.637,9 km² de área fosse um país seria o sétimo maior país do mundo?


    • • ...região Norte abriga a maior rede hidrográfica do mundo, a Bacia Amazonica ?

    • • ...a Floresta Amazonica possui uma das mais ricas biodiversidades do mundo?

    • •... as duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré e o Festival de Paritins?

    • •... a Serra do Carajá figura como uma das maiores jazidas do mundo?

    • •... a região Norte é onde se encontra um terço das espécies vivas do planeta?

    • •... a Ilha do Bananal é a maior ilha fluvial do mundo?

    • •... Belém é uma das cidades com maior precipitações pluviais do mundo?

    • •... a região Norte é a menos habitada do brasil?

Agricultura no Norte

A base econômica da região é a extração vegetal, principalmente madeira (mogno e outras espécies), borracha (obtida de seringueiras no interior da selva. Na região não há cultivos de seringueira), castanha-do-pará, guaraná e frutas nativas. No Tocantins, temos extração de babaçu e carnaúba.
Especiaria apreciada desde tempos remotos, a pimenta-do-reino foi introduzida com sucesso pelos imigrantes japoneses na Região Norte.Uma das características dessa área são os solos lateríticos, presentes nas zonas intertropicais em geral, onde a intensa umidade provoca a concentração de minério de ferro na superfície. O resultado é uma camada de coloração avermelhada, endurecida e ácida, imprópria para a agricultura. Por esse motivo, os imigrantes japoneses implantaram um sistema de cultivo, denominado cultura de vaso, que consiste em abrir covas, de onde retiram o solo laterítico, substituindo-o por solos de melhor qualidade, aplicando-lhes corretivos agrícolas até obterem o aproveitamento desejado.
Rondônia, que a partir da década de 1970 atraiu agricultores do sul do país. É um pólo marcado por conflitos fundiários e por contrastes. Enquanto 17% de sua área é constituída por solos férteis, que propiciam importantes culturas comerciais de cacau e café, os 83% restantes são cobertos por terras de má qualidade, que não garantem o sustento dos agricultores que nelas se estabelecem. Resta a esses indivíduos procurar outras áreas ou atividades, como o garimpo do ouro;
Cerrado, em Tocantins, onde a correção do solo ácido com calcário e fertilizantes garante uma expressiva monocultura de soja.

Acredita-se que o estado do Acre, onde há vastas áreas de solos férteis, se torne a próxima fronteira agrícola da região. Cientistas e ecologistas temem que tal fato se concentrize, pois a devastação da floresta, como já ocorreu em Rondônia, seria inevitável. Uma medida apontada como eficaz para acabar com a imigração de agricultores na Região Norte seria melhorar as condições de vida dos bóias-frias no sul do país, pois eles constituem a maioria dos migrantes para essas áreas.




A Economia da Região Amazônica

A economia amazônica foi durante muito tempo voltada ao extrativismo vegetal (borracha natural, catanha-do-pará, guaraná, ervas, medicinais e aromáticas). A pecuária também era praticada em regiões cobertas por campos naturais na ilha de Marajó e em partes do Amapá.

Durante o regime militar, especialmente no governo Médici, ocorreu a dinamização da Sudam (órgão estatal responsável pelo planejamento na região), e a Amazônia integrou-se ao capitalismo nacional e internacional. Ansiosos por romper o isolamento do imenso território amazônico, os militares iniciaram a construção de grandes rodovias, como Transamazônica e a Cuiabá-Santarém, e do porto de Santarém (localizado no rio Amazonas), com o objetivo de integrara região ao resto do Brasil e ao mundo, facilitando o escoamento dos produtos destinados à exportação.

A Grande Região Norte

A ocupação humana e toda a atividade econômica da Região Norte foi condicionado pela presença do rio Amazonas e da extensa floresta amazônica.Isolada, e contando, durante muito tempo, apenas com o transporte fluvial para as comunicações internas, a região teve no extrativismo vegetal sua principal fonte de riqueza. A agricultura encontrou sérios empecilhos a seu desenvolvimento: A pobreza do solo, após a derrubada das florestas, as grandes distâncias e insuficiência dos meios de transporte, além da escassez de, além da escassez de mercado consumidor, já que a região é pouco povoada. Em meados da década de 70, só a metade das terras cultiváveis eram de fato utilizadas . Ainda assim, quase 50% do valor da produção da Região é proveniente da agricultura.

Cultiva-se, arroz, cana, coco, cacau, tomate, batata-doce, amendoim, café, algodão, sisal, mandioca, juta e pimenta do reino. Estes três últimos produtos são os mais intensamente comercializados.

A criação de bovinos não é significativa, desenvolvendo-se a pecuária leiteira somente nas regiões de Belém e Manaus, onde há bons pastos e ausência de enchentes. A pecuária de corte concentra-se principalmente na Ilha de Marajó., que possui o maior rebanho de Búfalos do mundo. Com a política governamental de integração e povoamento da amazônia, a região tem se transformado. Na década de 70, longas estradas cortam a região, grandes empresas instalam-se na área e desenvolvem-se detalhadas pesquisas do subsolo, rico em minerais. A corrida em direção às riquezas amazônicas tem originado, porém, graves problemas, como a destruição de grandes extensões de matas, a invasão das reserva indígenas e deficientes condições de vida dos colonos.